segunda-feira, 1 de abril de 2013

O exercício físico e a cognição do indivíduo



Os exercícios físicos são aliados do ser humano desde os tempos longínquos, servindo de suporte para sustentação do meio de vida do homem primitivo e antigo, porém, o homem contemporâneo já não utiliza de sua força para realização de trabalhos braçais de grandes proporções, restando-lhe apenas o comando das máquinas como força de propulsão, e diante dessa situação, percebe-se um grande aumento de doenças de todos os gêneros, desde cardíacas até cognitivas, devido ao sedentarismo e a acomodação dos indivíduos por esse “estilo de vida”, e nestas linhas, buscamos a influência dos exercícios físicos na capacidade cognitiva do ser humano.

Como ponto de partida, a principal característica aqui observada é o maior fluxo de sangue proporcionado pela atividade física, que leva uma maior oxigenação ao cérebro aumentando a criação de novos neurônios e novas conexões, influenciando na criatividade, na atenção, na memória e também no raciocínio lógico, porém, o exercício físico executado até a exaustão não gera o mesmo efeito positivo, observando que o cérebro esta, igualmente exaurido devido a degradação dos neurotransmissores.

Diante do exposto, verificamos que a atividade física quando ocorre de forma equilibrada, gera efeitos na capacidade de cognição proporcionando um aumento na qualidade de vida de quem pratica, uma vez que as aptidões aprimoradas pelos exercícios físicos regulares são necessárias para um maior rendimento no trabalho, nos estudos, e até mesmo na esfera social.