Os
exercícios físicos são aliados do ser humano desde os tempos longínquos,
servindo de suporte para sustentação do meio de vida do homem primitivo e
antigo, porém, o homem contemporâneo já não utiliza de sua força para
realização de trabalhos braçais de grandes proporções, restando-lhe apenas o
comando das máquinas como força de propulsão, e diante dessa situação, percebe-se
um grande aumento de doenças de todos os gêneros, desde cardíacas até
cognitivas, devido ao sedentarismo e a acomodação dos indivíduos por esse
“estilo de vida”, e nestas linhas, buscamos a influência dos exercícios físicos
na capacidade cognitiva do ser humano.
Como
ponto de partida, a principal característica aqui observada é o maior fluxo de
sangue proporcionado pela atividade física, que leva uma maior oxigenação ao
cérebro aumentando a criação de novos neurônios e novas conexões, influenciando
na criatividade, na atenção, na memória e também no raciocínio lógico, porém, o
exercício físico executado até a exaustão não gera o mesmo efeito positivo,
observando que o cérebro esta, igualmente exaurido devido a degradação dos
neurotransmissores.
Diante
do exposto, verificamos que a atividade física quando ocorre de forma equilibrada,
gera efeitos na capacidade de cognição proporcionando um aumento na qualidade
de vida de quem pratica, uma vez que as aptidões aprimoradas pelos exercícios
físicos regulares são necessárias para um maior rendimento no trabalho, nos
estudos, e até mesmo na esfera social.